sábado, 20 de dezembro de 2025
Trump e a guerra
Boa tarde
A fala de Lula sobre as drogas que gerou tanta polêmica, de fato deveria ter sido melhor elaborada, porque na realidade aquilo que tentou expressar ou chamar, à uma reflexão, é sobre as mazelas do sistema capitalista, o capitalismo quando se trata da economia, nós devemos observar a lei da demanda e da oferta que são intrínsecas, se existe demanda, a oferta se apresentará. É o caso do consumo de droga no mundo inteiro, especialmente nos Estados Unidos da América, uma população frustrada por expectativas de consumo muito elevadas, e que hoje buscam nas drogas alentos para conviver com suas dores. E por isso se tornaram os maiores consumidores de droga do planeta, um baita mercado, que está sendo abastecido de várias formas, com fornecedores espalhados por todos os cantos do mundo. A tristeza de Donald Trump, é de não poder aplicar o tarifaço, pois se assim agisse, era o mesmo que legalizá-las. Combater o narcotráfico como Trump está fazendo, é o mesmo que o marido ou esposa, queimarem o sofá para evitar serem traídos. Traficante morto, é uma oportunidade para o surgimento de vários novos traficantes, mais jovens e muita mais habilidosos na arte de auferir lucros, essa é a principal regra do sistema capitalista!
Trump usa a doença social de seu país como argumento para amedrontar todos os países da Costa equatorial, detentores de reservas de petróleo, em especial a Venezuela que detém a maior reserva já comprovada.
Mundico Teixeira
segunda-feira, 17 de março de 2025
Recordando
O JOGO DE XADREZ POLÍTICO PARA 2022 NO MARANHÃO.
Pôr ser governador Flavio Dino é o principal jogador nesse tabuleiro, e vem atuando fortemente para impor os seus interesses de acordo com o que ele acha que é melhor para o estado.
A sua estratégia é ser um dia presidente do brasil e, não esconde isso de ninguém, mas o ritmo dessa corrida sofreu uma desaceleração no final de 2020 com a não eleição de seu candidato à prefeitura da capital são luís.
Agora mira-se no exemplo de Welinton Dias governador do Piauí que já se encontra no seu 4º mandato como governador com uma passagem pelo senado, e, com possibilidade de retorno ao senado novamente. Só que no caso de Flavio Dino, no meio do caminho tem uma pedra, e, ela tem nome chama-se Weverton Rocha, na visão do governador Weverton não aceita ou não aceitaria o papel de coadjuvante, bem desempenhado por Carlos Brandão, assim sendo Weverton passou ser o aliado a ser desestimulado, desmontado, possivelmente isolando-o exclusivamente no PDT, “mas Weverton ainda pode dar um cheque mate em FD” se não quiser ser forçado a carregar sozinho a mala Ciro Gomes.
Os movimentos do governador pós eleições de São Luís e, principalmente os mais recentes, nos leva a imaginar que seu desejo é eleger uma forte bancada de deputados federais, para isso fortalece estruturalmente os pré-candidatos a deputados federais do PC do B e, acena com possíveis filiações de alinhados seus em outros partidos inclusive no PT para alcançar esta meta.
O retorno do vice-governador ao PSDB cumpre um objetivo tático do governador importante, manter o diálogo com a centro direita que terá como candidato a presidente um, dos nomes em discursão (Huck, Eduardo Leite, Manddeta) e, nos remete a 2014.
Outros jogadores também fazem seus movimentos, Roberto Rocha possivelmente junto com Maranhãozinho representaram a extrema direita mais parte da direita insatisfeita e, montarão o palanque de Boçalnaro se o mesmo conseguir chegar até 2022.
E nós do PT precisamos ocupar parte deste tabuleiro, não precisamos inventar figuras como Zé Carlos, Fabio Gondim, Vitor Mendes, Hélio Soares e muitos outros sugeridos muitas vezes por filiados que estão preocupados com interesses pequenos.
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sexta-feira, 8 de março de 2024
Retomada do ataque ao PT pelo "PIG".
Boa noite.
O retomada do ataque ao PT pelo “PIG”
Olhando para o que a grande mídia nacional, está divulgando sobre o governo e, sobre o próprio Lula, percebe-se claramente a intensificação da campanha anti PT, visando nos combater e, nos diminuir nas próximas eleições. Assim sendo, é prudente de nossa parte, não replicar determinadas desinformações que têm o objetivo de atingir a militância,( já que essa anda de certa forma descontente, com certas nomeações de figuras que não gostaríamos de tê-los participando do nosso governo), e a paralisá-la, deixando de fazer o debate que de fato nos move.
Esperarmos que só através das ações de nosso governo iremos ganhar a guerra ideológica, é no mínimo ingenuidade, não esqueçamos que surgimos da luta, chegamos ao governo vendendo ideias e, precisamos além de governar, continuar vendendo ideias. A disputa eleitoral, é um momento privilegiado, não podemos nos contentar com papéis coadjuvantes que têm o objetivo de nos anular e, por consequência fragilizar a nossa importância em nosso próprio governo.
Precisamos ter clareza do papel da grande mídia e, de sua função estratégica a serviço do centro, da direita e da extrema direita, já que para a esquerda, a grande mídia não nutre nem simpatia, a não ser a necessidade de explorar os trabalhadores da comunicação que vendem sua força de trabalho, e no final, como classe, são vítimas de seu próprio trabalho.
O debate sobre o genocídio em Gaza, deve ser intensificado, pois se trata de uma causa com todos os significados e resignificado que nos identifica como seres humanos, solidários, fraternos e de esquerda, e qualifica nossos inimigos como de fatos são, genocidas e nazifascistas.
Mundico Teixeira.
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